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Confira o primeiro pôster da nova

comédia de Jim Carrey e Ewan McGregor

 

O novo filme do comediante Jim Carrey (Sim Senhor) e Ewan McGregor (O Sonho de Cassandra) teve seu primeiro cartaz oficial disponibilizado pelos estúdios no início dessa semana.

 

Baseado no livro homônimo do repórter Steve McVicker, do jornal Houston Chronicles, a comédia de humor negro, que conta com a participação do ator brasileiro Rodrigo Santoro (Leonera), mostrará a trajetória de Steve Russel (Carrey), um ex-policial, pai de família, que vive numa prisão do Texas, onde cumpre pena por ter cometido diversas fraudes e seu envolvimento como um companheiro de cela, o famoso Phillip Morris, interpretado por McGregor.

 

Apesar de conter atores de peso em seu casting e ter recebido visibilidade após a exibição no Festival de Sundance, a produção encontrou bastante dificuldades para seu lançamento, devido à temática homossexual que possue.

 

O registro de uma atividade íntima entre dois homens foi muito mais intenso do que jamais havia visto em um filme comercial com celebridade comercial”, falou Lewis Tice, diretor de publicidade da Agência TLA Releasing ao jornal Los Angeles Times.

 

Mesmo com todos os problemas enfrentados em sua distribuição, a imprensa internacional reconheceu o trabalho dos atores, especialmente o de Jim Carrey, como sendo de uma perfeição enorme.

 

De acordo com o The Hollywood Report, a versatilidade cômica e as personificações dele são “incríveis, mas são nos recessos sombrios do personagem que ele é realmente poderoso”.

 

I Love You, Phillip Morris” tem previsão de estréia apenas para 2 de abril de 2010 no Brasil, dois meses depois de sua estréia oficial nos Estados Unidos.

 
 

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A essência das coisas do mundo

 

Tem coisas que são inexplicáveis. Nelas reside a beleza, a inexplicável essência das coisas do mundo. A música do povo, aquela que está no cancioneiro popular, é uma destas essências. Ouvir “Lua Girou”, que Milton Nascimento trouxe para Gerais (EMI Odeon, 1976) é ver este sentido nas coisas. É como se a alma se elevasse a outro plano, e o resto ficasse em suspenso. E tudo é tão simples, o verso, “A Lua Girou Girou”, enquanto o seguinte diz-nos o que fez desse giro “Traçou No Seu Um Compasso” e depois entra a presença do homem querendo “Eu Bem Queria Fazer/ Um Travesseiro dos Seus Braços”. “Um Travesseiro dos Meus Braços Só Não Faz Quem Não Quiser”. Não há beleza mais singela, e por singela grande.

 

A música popular brasileira

 

No país de analfabetos que fomos, e de letrados de desenhar o nome que somos, coube a música, a música popular, oral, rítmica, presa as tradições, registrar os anseios, dizer quem somos, dizer o que desejamos. A música é a nossa poesia. E esta música-poesia, esta literatura, educou o nosso povo. A nossa Mpb, que é Bethânia, Elis, Tom Jobim, Marisa Monte, e aqueles todos outros que conhecemos, que não integram mais escolas, movimentos, ciclos, mas são músicos de todas as nossas músicas, eles perceberam esse sentido da nossa música e fizeram dela a imagem e a voz do ser brasileiro. Fizeram-na, na sua diversidade, xote, samba, axé, bossa e outros muitos outros. Voltaram ao passado, para resgatar a música do povo, aquelas que se ouvem nas ruas, tudo para mostrar-cantar toda essa beleza.

 

Do trabalhador urbano, que morre na contramão atrapalhando o tráfego, de Chico ao transformar a crônica em música, a música em crônica; do mar, do tempo, do pescador, da baiana, tudo isto Caymmi; dos pássaros, borzeguins, macucos, da natureza, do encanto da vida, Tom Jobim; dos amores, dores, louvores, lamentos, alegrias, estar vivo e viver, Vinicius de Moraes; do boçal, do crítico, do filósofo, que vê o sol de Ipanema, ler Morin, ouve Beatles, fala em redondilhas, Caetano Veloso; do sertãozão de seca, sofrimento, povo forte, vida dura, lida diária, do Assum Preto, do respeito a Januário, da dança com Carolina, Luís Gonzaga; do mestre de todos os instrumentos, que em tudo ver a possibilidade da música, do som, da tonalidade, do ritmo, seja nas coxas da mulher, na barriga de um porco, no piano em que se derrama como ninguém, Hermeto Pascoal; e todos eles e eles todos girando como a lua folclórica, canção da região de Beira-Rio, Bahia de todos os Santos, e de 365 igrejas.

 

Todos eles girando a traçar na voz, nos instrumentos, violões, violas, guitarras elétricas, tambores, para o nosso deleite, pela música, o compasso das nossas vidas, o comum do nosso povo, as coisas da nossa gente, o que está na nossa terra, águas de março, vaca profana dona de divinas tetas, roda viva, garotas que descem no doce balanço a caminho do mar, mandacarus que floreiam na seca, cálice/cale-se que é preciso sempre afastar, mistérios, gostos, decepções e desejos, o fato de sermos brasileiros, de saber a dor e a alegria de se saber quem somos.

 

Gustavo Sobral

 
 

Filmes

Veja por onde andam os estudantes

de ‘Sociedade dos Poetas Mortos’

20 anos após seu lançamento

 

Em 1989, eu tinha apenas 6 anos e não imaginava que no futuro iria me tornar um fanático pela sétima arte. Ok! Culpo a revista SET por ter feito essa lavagem em minha mente e ter me proporcionado tanto prazer desde então. 1989 também foi o ano de estréia de um dos melhores filmes que já vi até hoje, “Sociedade dos Poetas Mortos”, estrelado pelo único nome conhecido da época, o ator e comediante Robin Williams.

 

O Resto do elenco era formado por jovens atores, todos em início de carreira, sem nenhum grande filme no currículo, porém cheios de talentos para a atuação. Alguns deles conseguiram pegar carona no sucesso do drama e despontar em Hollywood, já outros, jamais conseguiram sair da sombra da produção.

 

Para matar a curiosidade dos fãs desse, que para mim é um clássico do cinema americano, pesquisei sobre o paradeiro dos estudantes do conservador colégio Welton que, com a ajuda do professor Keating (Williams), aprenderam o verdadeiro sentido da vida e da amizade.

 

Robert Sean Leonard (Neil)

 

Robert é o meu ator favorito de “Sociedade dos Poetas Mortos”. Hoje ele trabalha na série americana “House”, considerada por muitos como um dos melhores programas da TV dessa década. O ator reencontrou o sucesso no papel do Dr. James Wilson, melhor amigo e digamos que, saco de pancada, de Gregory House, o genial e cínico médico interpretado por Hugh Laurie.

 

No filme, Roberto que tinha apenas 20 anos, interpreta Neil, um jovem que se suicida ao perceber que a família não irá deixá-lo se tornar ator.

 

O galã também trabalhou em “Os Últimos Rebeldes”, de 1993 e em papeis de coadjuvante, como no filme “A Era da Inocência”, de 1993. No entanto foi no teatro que ele se encontrou. Entre os anos 90 a 2000, Robert concorreu a quatro prêmios Tony, o Oscar dos palcos, e venceu um deles, como Melhor Ator na peça “The Invention of Love”.

 
 

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Ethan Hawke (Todd)

 

Na pele do garoto tímido se que descobre nas aulas do professor John Keating, Ethan Hawke, na época com apenas 19 anos, foi o que se tornou o galã teen do momento, recebendo diversos convites para outras produções. Entre eles, dois voltados ao público jovem. São: “Que Garota, Que Noite”, de 1992, sucesso da Sessão da Tarde, e o drama “Caindo Na Real”, dirigido por Ben Stiller sobre como sobreviver aos 20 e poucos anos.

 

Porém, só com o filme “Antes do Amanhecer”, de 1995, foi que o ator se consagrou na tela do cinema. O longa que nasceu alternativo e se tornou um hit dos anos 90, conta a história de dois jovens, uma francesa e um americano, que se encontram em uma viagem pela Europa e vivem uma única noite de amor. O filme fez tanto barulho e sucesso, que dez anos mais tarde, Ethan se propôs a retornar a história com “Antes do Pôr-do-Sol”, de 2004. O longa mostra o reencontro dos personagens, agora com 30 e poucos anos.

 

Ethan também estrelou os sucessos de bilheteria e críticas “Dia de Treinamento”, com Denzel Washington, de 2001, “Grandes Esperanças”, de 1998, com Gwyneth Paltrow, e “Gattaca”, de 1997, filme em que conheceu sua mulher, Uma Thurman.

 

Josh Charles (Knox)

 

Depois do filme, onde Josh interpretou Knox Overstreet, o garoto que encontra no amor por uma menina uma forma de libertação, teve apenas um filme de sucesso, “Três Formas Amar”, de 1994.

 

Na TV, o ator conseguiu papéis importantes, como no seriado “Sport Night”, vencedor do Emmy. Os últimos trabalhos de Josh foram nas séries “In Treatment”, que é transmitida no Brasil pela HBO, e “Law & Order: Special Victims Unit”, transmitida pela Universal Channel.

 

Allelon Ruggiero (Steven),

Gale Hansen (Nuwanda) e Dylan Kussman (Cameron)

 

Nenhum dos três atores conseguiu pegar carona no sucesso do filme, resumindo suas carreiras em pequenas participações em produções de nível B.

 

Sociedade dos Poetas Mortos” é um dos dramas mais mágicos dos últimos tempos. Eu, como fã da obra recomendo-o para qualquer um que queira apreciar um dos melhores trabalhos estrelado por Robin Williams.

 
 

News

Filha de Michael Jackson

fala em público sobre o pai

 

Os filhos de Michael Jackson nunca tiveram a liberdade de sair pelas ruas com seus rostos descobertos. Isso fazia com que toda a mídia pensasse que o astro da música pop não tratava os herdeiros como deveria. Para muitos era como se as crianças fossem uma espécie de prisioneiros do pai.

 

Com a morte do cantor, a família Jackson, mais precisamente Janet Jackson, resolveu acabar de vez com esse costume. É tanto que no funeral do astro que ocorreu ontem, dia 7, todos os herdeiros estavam sem as velhas mascaras no rosto.

 

Para muitos, o momento mais emocionante do funeral de Michael foi justamente quando sua filha do meio, Paris, foi ao microfone super emocionada prestar sua homenagem ao pai.

 

Quero dizer que ele foi o melhor pai que alguém poderia ter. E que eu o amo muito”, disse a menina, de apenas 11 anos, amparada pela família do astro. Janet Jackson, irmã mais nova do cantor, foi quem ajudou a segurar o microfone para a menina.

 

Foram cerca de 20 mil pessoas assistindo ao pronunciamento de Paris Jackson ao vivo pela TV, que depois de falar se juntou a família em um só abraço.

 

 
 

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Cai na rede vídeo da mãe de

Angelina Jolie quando jovem

 

Todo mundo sabe que não foi do pai que Angelina Jolie, considerada uma das mulheres mais linda do mundo, puxou seus traços físicos e seu belo par de olhos verdes.

 

A atriz é filha da norte-americana Marcheline Bertrand, que morreu em 2007, vítima de câncer aos 56 anos, com o ator Jon Voight. A mãe da estrela, quando jovem, chegou a abandonar a carreira de atriz para se dedicar a ela e ao irmão, James.

 

Na última semana, para alegria dos fãs de Jolie e revistas de entretenimento, caiu na rede um vídeo de Marcheline quando ainda era jovem, onde fica nítido de onde a mulher de Brad Pitt herdou os traços da beleza mais invejada pela mulherada.

 
 

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Confirmada a presença de

Chace Howard no remake ‘Footloose’

 

Agora não é mais segredo para ninguém, o Gossip Boy, Chace Howard e a dançarina/cantora Julianne Hough serão os protagonistas do remake de “Footloose”, clássico dos anos 80 protagonizado por Kevin Bacon.

 

Chace, que faz sucesso na série americana “Gossip Girl” no papel de Nate, na verdade foi a segunda opção do estúdio, que queria Zac Efron no papel título.

 

Recentemente o astro foi eleito pela revista americana ‘People’ como o solteiro “mais quente” de 2009, sem falar que foi considerado pelos críticos de TV como uma das promessas do cinema hollywoodiano da próxima década.

 

A direção e coreografia do musical “Footloose” ficará nas mãos de Kenny Ortega, responsável por “Darty Dancing” e “High School Musical 1. O filme ainda não tem data para estrear nos cinemas.

 
 

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Angelina Jolie quer voltar a

interpretar Lara Croft nos cinemas

 

Segundo o tablóide The Sun, a atriz Angelina Jolie (A Troca), está super chateada com os boatos que falam sobre uma possível substituição dela por Meagan Fox no novo longa de Lara Croft para os cinemas.

 

Há alguns anos atrás, os produtores tentaram convencer a estrela a encara a heroína num terceiro filme. Porém a atriz recusou o papel alegando está cansada da rotina de gravação pesada que o longa exigia dela.

 

No entanto, parece que com o interesse de Megan Fox (Transformers) no papel, a estrela de maior repercussão do cinema resolveu reivindicar o que é seu.

 

Angelina está interessada em retornar ao papel, porque acredita que ajudou a definir a personagem da heroína e, ainda, sente-se traída porque, depois de tantos anos de trabalho, pode ver sua personagem sendo usada por alguém despreparado”, contou uma fonte à publicação.

 

Durante entrevista na prémiere do longa “O Exterminador do Futuro: A Salvação”, o produtor Dan Lin, contou ao site Cinematical em maio deste ano, que o estúdio estava a procura de uma atriz mais jovem para o papel da arqueóloga, mas ainda não tinham decidido nada.

 

Sobre a trama, Lin disse que a história será mais focada na personagem e mais realista. “Acredito que os filmes e os games de Lara Croft dão muito espaço às cenas de ação. Eu quero ter ação, mas focada no personagem”, comentou.

 

De acordo com a Warner Bros. o novo filme da heroína será uma espécie de reinvenção da origem da personagem, de seu interesse amoroso e do vilão principal da saga, e não um remake com muitos esperam.

 
 

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Tom Cruise confirma ‘Missão Impossível 4’

 

Tom Cruise quer definitivamente trazer a série “Missão Impossível” de volta as telonas em 2011.

 

Para a quarta adaptação, o astro convidou o diretor de maior sucesso dos últimos anos, J.J. Abrams (Star trek), responsável por “Missão Impossível 3, que faturou apenas 395 milhões de dólares no mundo, contra 452 milhões do primeiro e 545 milhões do segundo.

 

De acordo com o jornal The Hollywood Report, Tom ainda não disse se vai protagonizar o filme e se Abrams irá dirigi-lo. A única coisa que se sabe é que os dois entrarão como produtores do longa.

 

A prioridade no momento de J.J. Abrams é acelerar a produção de “Stra Trek 2, para só depois começar a trabalhar em “Missão impossível 4. Já Cruise está mergulhado em projetos. Um thriller com Cameron Diaz e direção de James Mangold, “Motorcade” de Len Wiseman”, e “The Matarese Circle”, ao lado de Denzel Washington e sob a direção de David Cronenberg.

 

Missão Impossível 3, da série, é meu filme favorito. Tenho certeza que com a direção precisa de J.J. Abrams, o agente Ethan Hunt, voltará com tudo nessa próxima aventura.

 
 

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Site sobre funeral de Michael Jackson

tem 120 mil acessos por segundo

 

Os fãs de Michael Jackson entraram em pânico quando souberam que apenas 17,5 mil ingressos seriam dados para o grande público que prestigiarão o funeral do cantor.

 

Após o anúncio, o site que trata do funeral do artista, em sua primeira hora e meia obteve cerca de 500 milhões de visitas. Uma média 120 mil visitas por segundo.

 

O velório, que está marcado para ser realizado amanhã, vem sendo organizado pela família, que preferiu deixar as declarações em público na responsabilidade de um porta-voz.

 

Além da arena onde o Rei do Pop fez seus últimos ensaios, com uma capacidade para 20 mil pessoas, um teatro, que fica ao lado, também será disponibilizado para os fãs. Para o prédio principal, serão distribuídos 11 mil ingressos. Para o outro, onde terá um telão instalado, serão 6,5 mil ingressos distribuídos.

 
 

Globo

Confira a lista dos 10 discos mais

vendidos no mundo na semana

da morte de Michael Jackson

 

Na semana da morte do maior ícone pop masculino da música, Michael Jackson, quem domina a parada de discos mais vendidos é a banda The Black Eyed Peas e seu eletrônico “The E.N.D. (Energy Never Dies)”. O Rei do Pop vem logo em seguida com a coletânea “Number Ones” em segundo, “Thriller” em terceiro e “The Essential” n quarta posição.

 

  1. The Black Eyed Peas The E.N.D. (Energy Never Ends)
  2. Michael Jackson Number Ones
  3. Michael Jackson Thriller
  4. Michael Jackson The Essential
  5. Jonas Brothers Lines, Vines and Trying Times
  6. Shiina Ringo Sanmon Gossip
  7. Greeeen Shio, Koshou
  8. Dream Theater Black Clouds & Silver Linings
  9. Kaela Kimura Hocus Pocus
  10. Eminem Relapse

 

Fonte: Global Track Chart

 
 

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Madonna homenageia Michael Jackson

em primeiro show da ‘Stick and Sweet 2’

 

Sábado passado foi o grande dia do retorno de Madonna aos palcos com sua ‘Stick & Sweet Tout Part 2, na O2 Arena, em Londres.

 

Para surpresa dos fãs, de cara apareceu um dançarino vestido de Michael Jackson e começou a fazer uns passos de “Billy Jean”, uma das músicas que mais curto do rei do pop, chegando a rolar o famoso “moonwalk” em alguns momentos da performance.

 

Em seguida, começou a tocar a música “Wanna Be Starting Something”, onde Madonna e o resto dos dançarinos bateram palmas e o público londrino foi ao delírio.

 

No final, a loira falou: “Vamos aplaudir um dos maiores artista que o mundo já conheceu”.

 

O sósia do rei do pop deixou o palco e para nosso deleite, Madonna começou a cantar uma nova versão de seu eterno sucesso “Holiday”.

 

Coisa de louco!

 
 

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Fernando Pessoa, gauche por toda vida

 

Tudo vale a pena quando a alma não é pequena”, parece ser a sentença cabal que Fernando Pessoa (1888-1935) legou a humanidade. É certeza o verso nos acompanhar a todas as ousadias que tomamos na vida. Parece até que verso deixou de ser e atingiu o status universal do ditado. Passado tantos anos da morte do poeta, correm mais de setenta, o poesia pede passagem, e a imagem que se tem de Pessoa se desvanece, enquanto cresce a força dos seus versos.

 

O poeta desaparece, mas a sua poesia vivifica. Acreditam os velhos e os novos críticos que o poeta tinha ciência da grandeza de sua verve e da sua pequenez em vida, pois nela, na vida, não foi reconhecido. Mas tinha a certeza de que um dia o mundo iria fazê-lo. Seu mérito, como os dos grandes pintores e artistas, é post-mortem.

 

Incompreendido no seu tempo? Talvez, porque se pode também afirmar que a crítica divaga, esquecendo destas palavras do homem-Pessoa sobre o seu desejo de ser o Super-Camões. Superar Camões não pela glória, mas pela poesia. E assim a produção poética de Fernando Pessoa toma o caminho da produção poética de Camões, apequena-se o homem, agiganta-se a poesia. E porque tão grande é a poesia de Pessoa que não cabe em nenhum tempo, e nenhum lugar? Por ser de todos os tempos e de todos os lugares, há de se responder; porque Pessoa ao expor talvez Portugal e os sentimentos portugueses buscasse o universal, e universais são os sentimentos que couberam na sua poesia: a angústia de quem vive, o amor de quem ama e é amado, e de quem ama e não é amado, certo temor da morte, religiosidade, o mistério da vida.

 

Pesa em Pessoa a compreensão e, se não a compreensão, o desejo de apreender, alcançar este mistério. Tanto que se dedicou ao esoterismo, e traçou o seu mapa astral, e o mapa astral dos seus heterônimos, como especializado em astrologia que se tornou. Falemos dos heterônimos:

 

Fernando Pessoa. Um que foi um e que foi tantos. Desassossegado, mensageiro, autor-poeta, poeta-personagem, este devoto das figuras shakespeareanas, para além do drama, mas aquém das personagens. Todas elas fortes, características e vivas, que fizeram também de Shakespeare um gênio consagrado, menor que sua obra, e não tão maior que as suas personagens, que segundo o Pessoa, superou o homem Shakespeare e os dramas que traçou.

 

A cada heterônimo coube uma visão própria do mundo, por isso foi muitos, embora residissem essas várias almas em um só corpo, o corpo tímido, inexpressivo e de uma vida comum, vida qualquer, que passa despercebida. Uma necessidade, pode parecer, do anonimato na vida para a glória eterna da imortalidade dos versos. Praticante de diversas visões de mundo uma para cada poeta que foi e viveu, fez dessas suas personagens pessoas-palavras que só se fizeram por elas, as palavras, e através delas construiu o pensamento, o sentimento, e expressou o mundo. Criou, como disse, “personagens fictícios sem dramas”, e legou que os lessem “como estão”. E foi gauche por toda a vida.

 

Gustavo Sobral

 
 

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O casal Beckham aparece

novamente em novas fotos para a ‘Armani’

 

O casal mais fashion da década, David e Victoria Beckham, voltam em novas fotos sensuais para a coleção outono/inverno da grife Giorgio Armani.

 

Com pouca roupa, eles que tem contrato com a marca para mais uma temporada, aparecem novamente em posições ousadas nas imagens preto e branco divulgadas para a imprensa essa semana pelo site ‘JustJared’.

 

Como já havíamos visto anteriormente, Victoria usou um modelo comportado de lingerie da grife, enquanto Beckham exibiu seus músculos e posou apenas de cueca.

 

Em breve as fotos estarão expostas em outdoors nas cidades de Milão, Londres, Nova York, Los Angeles, Roma, Paris e Tóquio. Como o Brasil possui um número elevado de acidentes de transito, a campanha não será vinculada por aqui.

 
 

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Amy Winehouse,

a essência do jazz

 

O que é jazz hoje e o que cargas d´água é o jazz, gênero, são perguntas que nos assaltam de súbito quando soa pela primeira, mas também pela segunda, e nos persegue até lá pela undécima vez,  Frank” (Island Records, 2003) de Amy Winehouse.

 

O que é Jazz impera como dúvida, porque uma figura tarimbada pelo pop, contemporânea nossa, parece que foi lá beber nas raízes do jazz. Sem imitá-las, mas tão original quanto elas foram, Amy em Frank lembra Ella Fitzgerald, lembra Billie Holiday, até na atitude; o que cargas d´água seria o jazz afirma-se porque porque se entende que Amy em Frank literalmente, e isso não se discute, ouçam, produz um álbum digno das divas jazzísticas. É jazz porque ela produz jazz, nos temas, na voz como instrumento de destaque, na dita batida; parece jazz porque o gênero está vivíssimo para além da revisitação dos clássicos de Ellington, Aretha, Louis, e do jazz atual de uma Diana Krall, por exemplo. A diferença, entre Amy e Diana, estaria no fato de Amy, ao mesmo tempo em que sela com a tradição, a reinventa, ousando em novas batidas. Mas não deixa de fazer jazz.

 

O que, o como, o onde e o porquê

 

Há uma parecença entre Billie Holiday e Amy Winehouse que não soa como mera coincidência. Chega a ser assombrosa as pontes que se podem fazer para além do bem e do mal na música e na vida entre estas duas artistas do jazz. A advertência de que perigosas são as comparações tanto e quanto são as afirmações categóricas, não pesam como um problema neste ousado vôo de comparar esta a aquela, e aquela a esta. Amy em Frank é a Billie Holiday de hoje. E Billie Holiday foi literalmente uma Amy tão e tal quanto na vida perdida e largada de amores fugidios, na carreira precoce, na alçada meteórica à fama, no sobe e desce da balança, nos vícios todos eles, remédios, bebidas, drogas mil. E no palco. É, sobretudo no palco, que elas se encontram. Billie cantava com a alma, corpo inerte, como se o corpo, qualquer gesto ou ação, atrapalhasse o lamento que brotava de sua voz; Amy assume a mesma atitude, agem como se não quisesse arranhar a canção.

 

O sentido das palavras importa tanto quanto a melodia. Parece até que não cantam, mas recitam. Há um poder na voz, sentimentos que a letra expressa, mas que não podem ser ditos, que devem ser dramatizados no lamento-canção (na faixa “There Is No Greater Love”, de Amy é o que se sente; como em “Strange Fruit”, Billie se revela). E todos os dramas da vida, amores perdidos, lares desfeitos, fuga, insegurança, permeiam o mundo que essas mulheres transmitem em meio à embriaguez a que se entregam no palco e na vida, como se a embriaguez também fosse necessária nesta apreensão do mundo que é impor a voz; e impondo a voz, sofrer o sentimento amargurado da alma. Amy resgata toda esta tradição do jazz na vida e na música. Foge do paetê das firulas, do visual brilhoso, das danças marcadas, milimetradas e dos jogos de luz, espetáculo que fizeram o disco e que fazem, muitas vezes, o pop; mas que nunca fizeram o jazz, pois a sua essência é a canção, a melodia dita cantada, os arranjos sutis e arranjadíssimos, aquela batidinha necessária em que os instrumentos que a acompanham são necessários, mas não vitais. Assim é o jazz, assim se constroem as divas quando cantam, enquanto se destroem na vida para poder viver na arte.

 

Gustavo Sobral

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