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Madonna na
capa da Rolling Stone

Como parte de divulgação da coletânea “Celebration”, Madonna volta novamente a estampar a capa da revista Rolling Stone com uma foto, que segundo a publicação, é marca registrada da estrela.
A entrevista exclusiva, mais o perfil e imagens da cantora, só chega às bancas dos Estados Unidos no próximo dia 29 de outubro e provavelmente também poderá ser encontrada em livrarias e bancas especializadas no Brasil.
No site oficial da Rolling Stone foram divulgados alguns trechos que você confere abaixo na tradução.
Madonna Olha Para Trás:
A Nova Edição Da Rolling Stone
Em Janeiro de 1984 Madonna tinha apenas um álbum lançado quando disse a Dick Clark a clássica frase, “Quero controlar o mundo“.
Nas últimas três décadas ela provocou, inovou e inspirou. Ela estabeleceu e quebrou seus próprios recordes, como a sua mais recente turnê Sticky & Sweet que se tornou a mais lucrativa para uma artista solo. E agora que acaba de lançar a coletânea dupla Celebration, a estrela pop que raramente “olha para trás” sentou-se com Austin Scaggs, da Rolling Stone, para uma viagem reveladora até seus primeiros anos em Nova York, algumas de suas maiores polêmicas, e é claro, seus sucessos mais recentes nesta edição que chega às bancas hoje.
Mesmo quando ainda estava na sétima série em Michigan, Madonna revela que já sabia como chamar a atenção de seu público. “Minhas amigas pintaram meu corpo com corações e flores fluorescentes e eu usei um short e uma blusinha, e me soltei. Tenho certeza de que todos pensaram que eu fosse maluca. Aquele foi o início das minhas provocações no palco, eu acho“, lembra Madonna sobre sua primeira apresentação que deixou seus colegas completamente boquiabertos.
Embora sua natureza seja provocativa, isso não quer dizer que ela tenha crescido uma criança rebelde. Mesmo revelando a Scaggs sobre seus dias como uma artista do grafite em que ela andava com Keith Haring e Jean-Michel Basquiat em Nova York [sua frase era: Boy Toy], a vida era bem mais calma antes disso. “No colegial eu era uma verdadeira ‘nerd’. Só fui tomar meu primeiro porre de verdade quando me divorciei pela primeira vez [de Sean Penn], e isso quando já estava com 30 anos de idade“, admite.
“‘Nerd’ não é exatamente o termo que as pessoas costumam usar quando se referem a mim, exceto, talvez Stuart Price [produtor do disco Confessions on a Dance Floor], que disse uma vez, ‘Sabe, no fundo você é uma verdadeira ‘nerd’, mas ninguém sabe disso‘. Eu entendi isso como um elogio.“
Sobre suas constantes mudanças de estilo, Madonna declara, “Penso que as pessoas dão atenção demais para a minha imagem, e isso sempre foi muito menos calculado do que as pessoas pensam“. E acrescenta “É chato ser sempre a mesma coisa. Uma garota gosta de mudar de visual“.
Mas se ela tivesse de apontar seu pior momento: “Foi aquela junção batom roxo e suéter verde fluorescente. Ok, eram os anos 80. Aquela foi uma época de péssimas escolhas para penteados. Temos de admitir“.
Já em se tratando de música, Madonna não demonstra ter muitos arrependimentos. Ela contou a Scaggs sobre quando compôs ‘Live To Tell‘ e ‘Vogue‘, seu grande retorno e de muita inspiração com ‘Ray Of Light‘ além da parceria com os maiores nomes do momento em ‘Hard Candy‘.
Mas depois de todos esses anos, ela admite que ainda não tem um bom faro para canções número um. “Nunca fui boa em julgar o que pode ser sucesso ou não. Aquelas músicas que eu considero as mais idiotas que já escrevi, como ‘Cherish‘ e ‘Sorry‘, acabaram tornando-se enormes sucessos“, declarou. “‘Into The Groove‘ é outra música que me faz sentir uma retardada quando estou cantando, mas que as pessoas parecem gostar muito.“